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#01 Relatório do Bolo

Relatório do trabalho de física, onde foi feito um bolo para estudo de massa, volume e reações químicas.

#02 Relatório do Disco de Newton

Relatório do trabalho de física onde foi construído o Disco de Newton para estudo dos raios luminosos.

#03 Relatório do Espelho Esférico

Relatório do trabalho de física, onde tratamos de um experimento bem comum e interessante: porque nos vemos invertidos em um lado da colher, e no outro, não?

#04 Estudo sobre Pilhas

Relatório do trabalho de física, onde foi realizado um estudo sobre as pilhas: como funcionam, como são fabricadas e o diferencial no uso de pilhas recarregáveis.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Trabalho de Física - Estudo sobre pilhas

Hoje, o objetivo desta postagem é realizar um estudo sobre as pilhas elétricas: como são fabricadas, como funcionam e a grande sacada por trás das pilhas recarregáveis. Vamos lá?

HISTÓRIA


No século XVII, foi criada a primeira máquina para produzir eletricidade. Cerca de cem anos depois, surgiu a necessidade de armazenar esta eletricidade, para que a mesma possa ser usada futuramente sem perder sua eficiência, ou até mesmo de criar um objeto que produzisse energia, porém, de porte mais viável do que uma máquina. Daí surgiu a pilha. Alessandro Volta percebeu que, ao colocarmos dois metais diferentes em contato direto um com o outro, um dos metais fica ligeiramente negativo e o outro ligeiramente positivo. A essa variação em sua eletricidade dá-se o nome de tensão elétrica. A partir desta observação, ele criou a primeira pilha, a que deu o nome de pilha fotovoltaica. Esta era composta por discos de zinco e cobre empilhados e separados por tecidos que continham uma solução de ácido sulfúrico. Ao conectarmos um fio condutor à extremidade da pilha, esta sempre produziria energia elétrica. (ver ilustração abaixo)



















Esquema da pilha projetada por Alessandro Volta.

Hoje em dia, podemos adquirir pilhas nos mais diversos tamanhos: A, AA e AA. Esta nomenclatura vem de muito tempo atrás, quando surgiu a necessidade de classificar as pilhas de acordo com seu tamanho, onde a pilha A é a mais grossa, a AA é mais comum, a média, e a AAA é a famosa "pilha-palito".

FUNCIONAMENTO


Agora, vamos entender como funcionam estas pilhas. Cada pilha teria diversos agrupamentos de 3 discos, a seguir: em cima, um disco de cobre (ou de prata), embaixo, um de zinco, e entre os dois, um disco de tecido ou de qualquer material poroso, desde que este esteja embebido em uma solução de sal ou ácido sulfúrico. Concluídos estes agrupamentos, nas suas extremidades, teremos um fio metálico em cada placa terminal, para que a eletricidade possa ser conduzida pelo mesmo. Essa eletricidade é produzida justamente pela reação de óxido-redução que ocorre nos metais, chamados de eletrodos: enquanto um sofre a oxidação, doando elétrons, o outro sofre a redução, ganhando elétrons. Nisso, ocorre a corrente elétrica que seria, no nosso caso, a energia elétrica propriamente dita.

Nos equipamentos eletrônicos, o funcionamento se dá da mesma forma, através desta reação de óxido-redução. Porém, como visto em diversos controles, temos um botão que "liga" o circuito, começando a reação, e outro que "desliga", concluindo/parando a reação.

Comumente, nos deparamos com a situação em que a pilha "acaba". Como isso ocorre? Simples. A pilha é composta por dois metais, onde um deles (o que participa da oxidação, geralmente o cobre/prata) representa um íon, de modo que ele doa elétrons. Durante toda vida útil da pilha, este eletrodo mantém-se continuamente doando elétrons, porém, chega um certo ponto em que ele não tem mais elétrons para doar, ou seja, a reação de óxido-redução não mais pode ocorrer: aí a pilha acaba.

PILHAS RECARREGÁVEIS


Nas pilhas comuns, alguns materiais, como o eletrodo negativo, são destruídos no processo de óxido-redução, de modo que estes não podem ser reaproveitados para produção de energia. Porém, nas pilhas recarregáveis, estes materiais não são gastos, de modo que podem ser recarregados por uma fonte externa que gera energia elétrica.

As pilhas recarregáveis são, atualmente, uma forma consciente e sustentável para com o meio-ambiente, visto que as pilhas, ao serem jogadas fora em lugares inadequados, podem contaminar o solo com mercúrio que, além de demorar mais de 50 anos para se decompor, é um metal extremamente tóxico ao ser humano, que pode causar danos irreversíveis ao sistema nervoso. Com as pilhas recarregáveis, você não precisará se preocupar com a disposição da pilha que acabou: você pode recarregá-la. Além da questão ambiental, o uso de pilhas recarregáveis representa uma diminuição significante nos gastos com pilhas, visto que são mais baratas e duram muito mais.


Espero que tenham gostado da postagem, fica aí a sugestão sobre o uso de pilhas recarregáveis: pequenos gestos que fazem a diferença!

FONTES















sábado, 8 de junho de 2013

Trabalho de Física - Espelho Côncavo

Neste trabalho, observamos um acontecimento bem interessante, que provavelmente você já se deparou com muitas vezes e não percebeu! É um fenômeno que acontece com a colher de arroz, aquela bem grande. Ao você olhar sua reflexão na parte convexa da colher, isto é, a de "fora", você se vê normalmente e menor. Porém, ao olhar sua reflexão na parte côncava, a "interna", você se vê invertido e distorcido, maior. Por que isso acontece? Vamos descobrir!

Material Utilizado

  • 1 colher de arroz.

Fazendo

Esta é uma experiência simples, que não requer muitos materiais. Na verdade, só precisa mesmo da colher e de um objeto de reflexão que, no caso, pode ser você mesmo. Primeiro, basta posicionar a colher a um palmo do seu rosto, com o lado convexo (de fora/de baixo da colher) virado para você. Em seguida, olhando para sua reflexão, vá afastando a colher lentamente do seu rosto. Depois, retorne.

Repita o mesmo processo para o lado côncavo (de dentro/em cima da colher, onde fica a comida).



Resultado

Nessa experiência, podemos observar a divergência entre as imagens. Tratando a colher como um espelho côncavo (e convexo, do outro lado), ela pode formar imagens reais ou virtuais, maiores ou menores, direitas ou invertidas. Imagens reais são aquelas que são formadas em um ponto onde os raios refletidos de fato passam, enquanto as virtuais são formadas no ponto de encontro entre os prolongamentos dos raios passam. Imagens direitas são aquelas que estão na mesma forma do objeto, ou seja, normais. Isso se opõe as invertidas, que podem ser deduzidas pelo nome. Nas imagens menores e maiores, o nome é  autoexplicativo (lembrando que elas podem ser maiores ou menores em relação ao objeto).
Nesta imagem, podemos acompanhar o exemplo. Como temos um raio de curvatura convexo (equivalente ao lado convexo da colher) em relação ao objeto (fotógrafo), teremos uma imagem virtual, direita e menor, formada pelo prolongamento dos raios de luz incidentes. Por isso, no lado convexo da colher, nos vemos menores e direitos.

Já num espelho esférico côncavo (lado côncavo/de dentro da colher), o raio luminoso que incide no espelho entra paralelo ao eixo principal, refletindo no foco, e o que incide no foco, reflete paralelo ao eixo principal. Seus prolongamentos geram uma imagem invertida e menor, que é o que acontece no lado côncavo da colher, onde nos vemos invertidos e maiores ou menores, dependendo da posição/distância que estamos em relação a colher.
Página 3
PS: y -> objeto; y' -> reflexão do objeto; C -> eixo principal, F -> foco.

Fontes


Trabalho de Física - Disco de Newton

Bom, galera, nesta postagem, explanarei brevemente uma experiência física realizada com o Disco de Newton. Falarei do material necessário, o que é e como funciona.

O disco de Newton nada mais é do que um CD/disco convencional, sendo que pintado com as cores do arco-íris (chamadas de cores-luz) ou do espectro eletromagnético visível (lembrando que a luz visível é uma variação do espectro eletromagnético com faixas de luz que variam da cor vermelha ao violeta, sendo vistas pelo olho humano apenas as cores básicas desse espectro). Essas cores devem ser dispostas em frações do disco de mesmo tamanho. Esse disco foi criado pelo físico Isaac Newton para provar que a luz do Sol é branca e que esta cor resulta da combinação de 7 outras cores dispostas no arco-íris (verde, amarelo, laranja, vermelho, magenta, roxo-escuro e azul). Também é possível provar com esse experimento que a luz possui uma cor, e esta é determinada pela convergência de várias outras cores, que pode resultar em branco, ou preto, onde há a ausência de cores. Mas, vamos ao experimento!

Material Utilizado

  • 1 CD;
  • Lápis;
  • Caixa de lápis de cor com 12 ou mais cores;
  • Papel A4;
  • Instrumentos de desenho (compasso e régua);
  • Tesoura;
  • Cola.

Fazendo


Primeiro, pegue uma folha de papel A4 e posicione o CD no centro dela. Com o lápis, faça o contorno do CD e certifique-se de que ele esteja correto. Em seguida, ache o centro da circunferência. Para isso, você pode fazer de diversos modos, você pode tentar achar o centro ou fazer utilizando conhecimentos de desenho geométrico. Ensinarei o segundo modo, por ser mais educativo e recomendado.

1 - Marque 3 pontos em lugares quaisquer da circunferência.

clip_image004
2 - Trace segmentos AB e BC.
clip_image006
3 - Faça as mediatrizes desses segmentos. O encontro das 3 dentro da circunferência será o ponto O (centro). Eu recomendo que você faça os segmentos e mediatrizes bem clarinhos, para que possa ser facilmente apagado depois de pronto e que não comprometa a estética do trabalho.
clip_image008
Achado o centro da circunferência, divida-a em 8 partes (pode ser em 7, mas como é mais fácil dividir em 8, faremos dessa forma). Primeiro, faça as retas perpendiculares com encontro no centro.
PS: considere H como o ponto inferior ao centro.
Depois, trace as bissetrizes de cada angulo (EÔF, GÔH, HÔF).
PS:: desconsiderar as nomeações dos pontos, observar apenas a construção.

Feito isso, basta pintar cada espaço com uma cor, conforme o disco abaixo, e colocá-lo para girar, se possível, velozmente. Minha dica é usar um ventilador portátil ou um motor à pilha (que pode ser mais difícil de obter, apesar de oferecer resultados bastante melhores). No caso de usar o ventilador, basta retirar a hélice e colocar o CD onde ela estava.
Disque newton.png

Resultado


Pronto! Aí está seu Disco de Newton. Abaixo, segue um vídeo do experimento em ação. Note que, conforme o disco vai girando mais rápido, as cores se convergem e formam uma cor de aspecto branco. Newton fez um experimento onde ele utilizou um prisma retangular e fez com que um feixe de luz branca atravessasse ele e teve, como resultado, essas 7 cores. Utilizando esta mesma linha de raciocínio, concluiu que a luz do Sol, ao atravessar gotículas de água, forma o arco-íris. Para comprovar o inverso, ou seja, que a "soma" de todas essas 7 cores resulta na cor branca, ele criou o disco. No vídeo, a cor branca não foi obtida, pois não foi atingida a velocidade necessária para tal, mas pode se observar que ela chega a aparecer por poucos segundos no vídeo.


Bom, espero que tenham gostado e aprendido! É uma experiência muito boa e simples, podendo ser feita sem gastos excessivos. Sugestões são sempre aceitas, basta deixar um comentário ou usar a página de contato do blog.

Até a próxima!

Fontes


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Trabalho de Física - Bolo


Relatório – Trabalho de Física
Grupo:     4051 Mendes
                  4055 Lorena
                  4040 De Lima
                  4536 Camila Soares
                  4038 Rayne
Turma:      903

Material Utilizado

            O bolo, que tem um aspecto simples, foi feito com os seguintes ingredientes:
- Açúcar;
- Farinha de trigo (com fermento);
- 4 ovos;
- Cobertura (leite condensado);
- Leite;
- Margarina.
           Tendo os ingredientes em mão, dividimos em duas etapas a formação do bolo.

FAZENDO

Primeira Etapa

Adicionamos na panela os 4 ovos (não houve a separação da gema da clara) e pusemos 3 xícaras e meia de açúcar. Uma observação importante a ser feita é: os ovos devem ser postos em um copo e, em seguida, cheirados, para garantir que não estão estragados. Se estiverem estragados, tudo que diz respeito ao sabor e qualidade do bolo estará comprometido. Feito isso, pusemos tudo na batedeira e batemos por aproximadamente 10 minutos.         

Segunda Etapa

Adicionamos à mistura uma xícara de leite e 4 xícaras de farinha de trigo com fermento. Após, novamente, batemos por aproximadamente 15 minutos, até a massa ganhar uma consistência, ficar cremosa. Essa parte é importante e deve dar-se atenção especial, pois se a massa não ficar cremosa, consistente, a qualidade final do bolo pode estar comprometida. Enquanto a massa estava sendo batida, a forma (redonda, com furo no meio) foi untada e o forno, pré-aquecido.
Após completarmos todas essas etapas e termos resultados como: massa com uma certa consistência, forno pré-aquecido e forma untada, o bolo foi ao forno na temperatura de 230ºC, ficando, aproximadamente, 30 minutos nele. Para checar se o bolo está ou não pronto, basta pegar um garfo/palito de churrasco e furar o bolo. Se o garfo/palito sair sujo, com restos de massa, significa que o bolo não está pronto. Se ele sair limpo, o bolo está pronto.
Terminado o bolo, foi colocada uma cobertura simples de leite condensado.

Ingrediente                                        Peso
3 xícaras e ½ de açúcar *                               490g
4 ovos *                                                               240g
4 xícaras de farinha de trigo *                    450g
Cobertura (leite condensado) *               395g
Xícara                                                                   160g
Xícara de açúcar                                               300g
Xícara de farinha de trigo                            260g
Xícara de leite *                                               300g

Peso da massa pronta na forma               1240g  
Peso do bolo pronto                                     1560g*  -  Ingredientes/quantidades utilizadas para fazer o bolo.


Resultado









segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Teste

Teste 01
Abcd abcd abcd abcd
XYz
  1. 123
  2. 456
  3. 789
  • 012
  • 345
  • 678
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